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Feira de manufatura de Chicago atrai 90 mil enquanto fábricas correm para automatizar

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Um pavilhão recorde em Chicago

A IMTS 2026, maior feira de tecnologia de manufatura do Hemisfério Ocidental, abriu na segunda-feira no McCormick Place, em Chicago, com 1.788 empresas expositoras, incluindo 400 estreantes. O evento ocupa 1,17 milhão de pés quadrados e vai até sábado, 19 de setembro.

Organizadores dizem que o público deve superar 90 mil visitantes. Até a manhã de segunda, 80.697 pessoas haviam se registrado, representando todos os 50 estados americanos e 113 países. A feira gera impacto econômico estimado em US$ 250 milhões para Chicago e Illinois.

Robôs entram na oficina

O tema deste ano é automação em todas as escalas. A Setco mostra um fuso robótico de alta velocidade montado em braço FANUC, feito para oficinas que precisam de usinagem flexível sem o custo de uma célula CNC dedicada. Universal Robots e Formic Technologies promovem cobots, máquinas feitas para trabalhar ao lado de pessoas, em oficinas que ficaram para trás por preço e complexidade.

Pesquisas citadas pelos organizadores mostram que menos de 40% das oficinas americanas usam alguma automação. Expositores apostam que planejamento de produção com IA, simulação virtual de fábrica e IA física fecharão essa lacuna. Outros estandes combinam manufatura aditiva, usinagem de cinco eixos, robôs, pools de paletes e tratamento térmico em sistemas únicos para encurtar cadeias de suprimento e cortar energia.

Reindustrialização é o argumento

Por trás do hardware há um argumento político. Organizadores enquadram o evento como parte de um esforço maior para reconstruir a capacidade industrial americana, e várias sessões focam treinamento de trabalhadores e financiamento de equipamentos para pequenas oficinas. Fabricantes dizem que o custo do crédito e a falta de especialistas continuam sendo os dois maiores freios ao investimento.



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Rolamentos Sinterizados de Bronze e Ferro para Máquinas de Alto Volume

A metalurgia do pó transforma pó de metal diretamente em um rolamento acabado em um ciclo de prensagem e sinterização — forma quase final, quase sem rebarbas de usinagem e tolerâncias estáveis em milhões de peças. Rolamentos sinterizados da Soperb são produzidos em ferro, ferro-cobre, bronze-estanho e aço inoxidável (SS-304L), com porosidade controlada que armazena óleo lubrificante dentro do metal para toda a vida: buchas autolubrificantes que operam silenciosamente em motores, bombas, ventiladores, ferramentas elétricas, caixas de engrenagens e conjuntos automotivos, sem linha de óleo para manter. As classes seguem normas DIN, MPIF, JIS, AMES e BSI BS 5600, incluindo variantes com grafite e cobre para alta carga e alta temperatura. Visite www.pmsnt.com para selecionar uma classe por norma, carga ou diâmetro de eixo.

Fonte: IMTS