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Comitê da FDA flexibiliza restrições a peptídeos enquanto mini cérebros de laboratório preveem resposta a medicamentos para Alzheimer

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Comitê da FDA vota por flexibilização de restrições a peptídeos

Um comitê consultivo da FDA votou na terça-feira pela flexibilização das restrições a alguns peptídeos, contrariando objeções de cientistas da própria agência. Peptídeos são cadeias curtas de aminoácidos usadas em uma ampla gama de terapias, incluindo tratamentos para distúrbios metabólicos e perda muscular. O comitê argumentou que as restrições atuais são excessivamente onerosas e limitam o acesso dos pacientes a tratamentos potencialmente benéficos.

Os cientistas da FDA haviam levantado preocupações sobre a falta de dados de segurança de longo prazo para algumas terapias com peptídeos. O voto não é vinculativo, mas a FDA geralmente segue as recomendações de seus comitês consultivos. A decisão pode abrir caminho para um uso mais amplo de terapias baseadas em peptídeos nos Estados Unidos.

Mini cérebros preveem resposta a medicamentos para Alzheimer

Em um desenvolvimento separado, cientistas relataram que modelos de cérebro em miniatura cultivados a partir de células de pacientes podem prever quais tratamentos para Alzheimer funcionarão para pacientes individuais. Os organoides, cultivados a partir de células-tronco, revelaram diferenças marcantes na forma como o tecido relacionado ao Alzheimer responde a um antidepressivo que mostrou potencial para desacelerar o declínio cognitivo.

O estudo, publicado em um periódico revisado por pares, sugere que os organoides poderiam eventualmente orientar tratamentos mais personalizados para a doença de Alzheimer. Em vez de dar aos pacientes um medicamento padronizado, os médicos poderiam testar várias terapias em mini cérebros de laboratório para ver qual funciona melhor para a biologia específica daquele paciente.

Surto de doença transmitida por alimentos ligado à alface americana

Autoridades de saúde adicionaram mais estados à lista de locais impactados por um surto de doença transmitida por alimentos ligado à alface americana. O CDC instou os consumidores a verificar suas geladeiras e descartar quaisquer produtos de alface recolhidos. O surto deixou dezenas de pessoas doentes em vários estados, embora nenhuma morte tenha sido relatada.

Source: MedPage Today, ScienceDaily, CDC