Política

Trump diz que EUA fecharam acordo com a Venezuela para controlar 65 bilhões de barris de reservas de petróleo

14 visualizações

Um novo acordo de petróleo

O presidente Donald Trump diz que os Estados Unidos chegaram a um acordo com a Venezuela para assumir o controle de 65 bilhões de barris de reservas de petróleo. Ele anunciou o acordo durante uma semana em que os preços da gasolina dispararam e as eleições de meio de mandato se aproximam.

O presidente disse que o acordo ajudaria a reduzir os custos de energia para os consumidores americanos. Ele descreveu o acordo como uma forma de garantir o fornecimento de petróleo e combater os altos preços dos combustíveis. A Venezuela detém algumas das maiores reservas de petróleo do mundo, e Trump disse que o acordo as colocaria em uso.

Oposição levanta questões

Líderes da oposição venezuelana reagiram contra os relatos. Eles dizem que não foram consultados sobre a concessão aos EUA de uma grande participação no setor de petróleo e gás do país. Alguns críticos temem que o acordo fortaleça o governo Maduro em vez de enfraquecê-lo.

Analistas observam que a indústria de petróleo da Venezuela declinou por anos. Sanções, subinvestimento e equipamentos envelhecidos reduziram drasticamente a produção. Qualquer acordo exigiria um grande investimento para trazer a produção de volta a níveis elevados, e esse investimento carrega um risco real em um país com um longo histórico de turbulência política.

O que acontece depois

Os termos do acordo não foram publicados. O governo da Venezuela não confirmou os detalhes. Obstáculos legais e políticos permanecem, incluindo sanções dos EUA que precisariam ser suspensas ou alteradas antes que empresas americanas possam operar livremente no país.

Trump também prometeu mais pressão sobre o Irã como parte de sua estratégia energética. Ele vinculou o petróleo mais barato em casa a uma ação externa mais forte dos EUA. Por enquanto, o acordo com a Venezuela é uma promessa no papel, e seu impacto nos preços da gasolina ainda não está claro. Os eleitores observarão de perto à medida que as eleições de meio de mandato se aproximam, com os custos de energia no topo de suas preocupações.

Fonte: NBC News