Presidente usa clemência para minar fiscalização ambiental
O presidente Donald Trump anunciou o perdão de 11 pessoas em 3 de julho, todas, exceto duas, condenadas por violar a Lei do Ar Limpo. As infrações envolveram adulteração ou remoção de dispositivos de controle de emissões em caminhões a diesel, práticas que a EPA há muito classifica como ilegais por contribuírem para a poluição do ar.
Trump alega 'armamento' do sistema judicial
Em uma postagem no Truth Social, Trump disse que os indivíduos foram "perseguidos pela Administração Biden" e presos por "consertar seus carros". Ele acrescentou: "ESTOU LIBERTANDO TODOS ELES, AGORA MESMO!" A Casa Branca não divulgou imediatamente os nomes de todos os perdoados, embora um beneficiário tenha sido identificado como um grande doador ligado ao escândalo de lobby de Jack Abramoff.
Grupos ambientais condenam a decisão
Os perdões geraram reação imediata de organizações ambientais, que argumentaram que enfraquecer a aplicação da Lei do Ar Limpo coloca a saúde pública em risco. A medida segue o anúncio anterior do Departamento de Justiça de que não mais processaria criminalmente sob a Lei do Ar Limpo por adulteração de dispositivos de diagnóstico de bordo. Críticos dizem que isso sinaliza o amplo recuo da administração na fiscalização ambiental.