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Promotoria dos EUA arquiva caso do espelho d'água e atrai crítica de Trump

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Acusação retirada

Promotores federais em Washington arquivaram o caso contra David Hearn, ex-olímpico acusado de danificar o espelho d'água do Memorial Lincoln. A piscina havia passado por uma grande reforma quando grandes rachaduras surgiram no piso.

Em documento enviado na sexta-feira, o escritório da procuradora Jeanine Pirro disse que não prosseguiria com a acusação. A decisão encerra um caso que atraiu atenção da Casa Branca e do público. Hearn negou irregularidades desde o início, e seus advogados chamaram a acusação de precipitada.

Construção ruim ou vandalismo

A reviravolta se baseia em uma disputa simples sobre a causa. O presidente Trump disse que o dano foi obra de um vândalo e exigiu processo. Pirro concluiu que a piscina falhou por má construção, não por destruição deliberada.

Trump respondeu publicamente, dizendo que discorda totalmente da decisão. A divisão é desconfortável porque Pirro é indicada de Trump e figura conhecida na mídia conservadora. O presidente já elogiou sua atuação em casos de destaque.

Repercussão em Washington

O caso virou ponto de discórdia na cidade. Alguns republicanos defendem que as acusações deveriam continuar, enquanto observadores dizem que os promotores agiram certo ao arquivar um caso sem provas.

O Serviço Nacional de Parques terá que reparar a piscina novamente. Autoridades não divulgaram custos, mas reformas semelhantes no National Mall custaram milhões. O espelho d'água foi drenado para a reforma e havia sido reaberto recentemente quando surgiram as rachaduras.

A disputa também levanta questões sobre como o Departamento de Justiça lida com casos que atraem atenção presidencial. Críticos dizem que o episódio mostra a pressão sobre promotores quando a Casa Branca se interessa por uma investigação. O caso também lembra como um problema de manutenção pode virar notícia nacional em um dos pontos turísticos mais visitados dos EUA.

Source: AP News