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Petróleo ultrapassa US$ 110 com ataques no Estreito de Ormuz pressionando o transporte marítimo global

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Primeira marca de US$ 110 do Brent desde maio

O Brent tocou US$ 110 o barril durante o pregão de sexta-feira, a primeira vez que a referência global atinge esse nível desde 20 de maio. O preço subiu 3,7% no dia e registrou o segundo ganho semanal consecutivo. O petróleo acumula alta de mais de 75% neste ano, com as guerras no Oriente Médio e os ataques a instalações energéticas russas e ucranianas mantendo a oferta apertada.

Os produtos refinados subiram ainda mais. Os futuros de diesel europeu mais que dobraram em 2026, e os traders reforçaram as apostas em preços mais altos antes do fim de semana.

Nove navios atingidos em uma semana no Estreito de Ormuz

Pelo menos nove petroleiros e navios de carga foram atacados no Estreito de Ormuz na última semana, segundo monitoramentos de transporte marítimo e de mercado. O Irã bloqueou ou desacelerou a maior parte do tráfego comercial pela via navegável desde o início da guerra, e um funcionário americano disse à Reuters que Teerã começou a usar observadores desarmados em pequenos barcos para identificar alvos.

O chefe da Guarda Revolucionária Islâmica, Ali Ozmaei, disse na quarta-feira que Teerã está impaciente para afundar navios de guerra americanos. As exportações de petróleo pelo estreito agora estão em cerca de 70% dos níveis pré-guerra, segundo a empresa de rastreamento Kpler, após uma breve recuperação em setembro.

Os ataques não se limitam ao Golfo. Forças houthis apoiadas pelo Irã no Iêmen continuam com ataques de mísseis e drones contra a Arábia Saudita, e Rússia e Ucrânia seguem atingindo a infraestrutura energética um do outro, apesar de um cessar-fogo energético proposto.

Carga redirecionada e custos de frete mais altos

A disrupção está remodelando as rotas comerciais. Portos hub como Jebel Ali, Abu Dhabi e Hamad estão perdendo tráfego, enquanto Khor Fakkan, Sohar e Hambantota absorvem a carga desviada, segundo atualizações logísticas. Atrasos se acumulam em portões de entrada indianos, incluindo Mundra e Nhava Sheva, e pelo menos um terminal de carga aérea prometeu equipe extra e isenção de taxas para limpar o acúmulo.

Sem alternativa fácil ao estreito, os embarques enfrentam tempos de trânsito mais longos, fretes mais altos e seguros de risco de guerra mais caros. Esses custos chegam aos preços de combustíveis e alimentos, uma ligação que apareceu esta semana nos dados de inflação dos EUA, e chegam semanas antes das eleições de meio de mandato americanas.

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Unidades de transferência de esferas para movimentação omnidirecional de materiais

Onde quer que as cargas tenham de mudar de direção sem serem levantadas — junções de transportadores, mesas de transferência, estações de montagem, linhas de embalagem e docas de carregamento — as unidades de transferência de esferas da AHCELL mantêm o fluxo em movimento. Cada unidade contém uma esfera de aço temperado ou inoxidável num invólucro selado, para que um único operador possa rodar e deslizar cargas de várias centenas de quilogramas em qualquer direção. Os corpos estão disponíveis com montagem por flange, por perno, embutidos e com mola, em aço carbono, aço inoxidável (304/316) e nylon, com capacidades de carga de 20 kg a 2.000 kg por unidade. Os tamanhos padrão servem esferas de 48 mm, 60 mm e 76 mm, e estão disponíveis variantes de grau alimentar e para salas limpas para linhas de embalagem e farmacêuticas. Visite www.ahcell.com para emparelhar uma unidade com a sua carga e superfície de montagem.

Fonte: Bloomberg